Foi constatado que seria mais fácil e simples fazer o lançamento das bolas "de cima para baixo" ao invés do que era planejado ("de baixo para cima"). Assim, eliminamos alguns problemas anteriores:
- Não utilizaremos o atuador solenoide para fazer com que a bola chegue ao lançador; a gravidade o fará, visto que a bola seguirá trajetória descendente ao invés de ascendente e, portanto, o lançador ficará abaixo do alimentador. Observe a ilustração:

- O custo do projeto foi reduzido e a funcionalidade continua a mesma
- O "gatilho"/interruptor (citado em post anterior) não é mais necessário, pois não haverá mais o atuador solenoide. O "gatilho" aumentava significativamente a possibilidade de falha no lançamento, uma vez que este poderia travar ("emperrar") ou, simplesmente, não ser acionado devidamente.
- Seria bem mais complicado, neste caso específico, fazer com que a bola chegasse ao lançador: com uma mesa pequena, o ângulo entre a superfície da mesma e a rampa de lançamento (onde localizar-se-ia o lançador ) seria extremamente grande. No novo "modelo", a gravidade fará com que a bola dirija-se diretamente ao lançador "sem necessidade de ajuda".
Foi decidido que utilizaremos três servos ao invés de dois, como havia sido citado. Um deles será utilizado para liberar as bolinhas do cano (carregamento) de bolinhas; funcionará como um "alçapão", logo abaixo do orifício inferior do cano. Aliás, os servos não serão do modelo MG90S, pois, após realizar cálculos, foi constatado que os do modelo Sg90 serão suficientes, além de serem mais baratos (será discorrido mais sobre o assunto no próximo post).
Agora, em relação aos preços. Encontramos os equipamentos por valores mais baixos e, portanto, os gastos foram reduzidos. Disponibilizaremos (mais à frente) um sumário do que foi adquirido e o custo total do projeto.
Cogita-se a possibilidade de utilizarmos alumínio para a fazermos rampa de lançamento, visto que este é um material leve, resistente e fácil de trabalhar, além de possuir custo relativamente baixo. Utilizaríamos, no caso, uma régua escolar de alumínio, que custa cerca de R$ 4,00. Não definimos se é a melhor opção.
Para a demonstração de nosso protótipo, pretendemos utilizar bolas de tênis de mesa, em uma "quadra" construída para o projeto. Não estamos certos se a apresentação final será assim, visto que temos espaço limitado e seria complicado simular uma mesa de "pingue-pongue" com o espaço que nos será conferido. Nos informaremos mais e decidiremos a melhor alternativa. Talvez façamos uma "quadra" em escala reduzida.
Foi realizada uma breve análise (sem muita precisão) de um jogo de tênis de mesa, em busca de respostas para a questão do ângulo com o qual a bola deve incidir sobre a mesa para que seja simulado um "rebatimento" real. Talvez comentemos mais depois.
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