Ideia inicial:
Construir um modelo de lançador de bolas baseado na plataforma Arduíno. Esse lançador de bolas ajudaria o atleta a treinar seu reflexo e melhorar seu desempenho em quadra. Esse lançador seria exclusivo para vôlei, mas há a possibilidade de ser criado um para o basquete.
Há também uma possibilidade de integrar um sensor ao lançador para capturar os movimentos do atleta e tornar o lançamento imprevisível. A princípio, os lançamentos são calculados via computador (Arduíno)
Formas de lançar bolas.
O lançamento preciso de uma bola de vólei é algo extremamente difícil, e depende de diversos fatores como, a pressão da bola, o peso da bola, e até mesmo a pressão atmosférica do local podem retirar alguns milímetros de sua trajetória inicial. Por isso, iremos utilizar bolas padronizadas, para minimizar essas variáveis.
Por mola:
O lançamento por mola se mostra o mais barato e acessível. A mola pode ser tensionada de forma calculada para que crie uma trajetória conforme o esperado. Mas a mola também adiciona um fator de duvida sobre a sua precisão. Com o tempo, e os lançamentos repetitivos, a mola pode perder força e ficar descalibrada, gerando erros no lançamento.
Por ar comprimido:
Um meio muito preciso de lançamento. Uma camara de ar frio para lançar a bola seria o ideal pois a pressão seria determinada por meio do computador e ela sempre seria a mesma. O maior problema em relação a essa opção é que torna o projeto mais caro, por causa de todo o material necessário para criar tal mecanismo.
Por disco:
Já utilizado em varias outras modalidades, como por exemplo no futebol e no futebol americano. Muito potente e razoavelmente barato. O maior problema é a imprecisão desse mecanismo. As rodas tornam o lançamento imprevisível e adicionam o fator de rotação nas bolas. Essa rotação altera a trajetória da bola, tornando o calculo do lançamento impossível ou muitas vezes mais complicado.